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Transfer ban confirmado! Saiba quanto o Corinthians vai precisar pagar para se livrar da punição da Fifa

O Corinthians foi oficialmente punido pela Fifa com um “transfer ban”, impedindo o clube de registrar novos jogadores. A decisão foi confirmada nesta terça-feira (12) devido à dívida de US$ 6,145 milhões (aproximadamente R$ 33,47 milhões) com o Santos Laguna, do México, referente à compra do zagueiro Félix Torres no ano passado. Para voltar a inscrever atletas, o Timão precisa quitar o débito ou chegar a um acordo amigável com o clube mexicano. Caso contrário, o bloqueio permanecerá por até três janelas de transferências, incluindo a atual.

O clube já enfrentava esse risco desde o final de julho, quando a Corte Arbitral do Esporte (CAS) manteve a decisão da Fifa e deu um prazo até o dia 11 de agosto para o pagamento da dívida. Apesar das tentativas de negociação, Corinthians e Santos Laguna não chegaram a um acordo para parcelar ou quitar os valores pendentes. A dívida acumulada inclui não só o saldo da compra de Félix Torres, mas também multas e juros por atraso.

Diante da iminência da punição, o Corinthians agilizou a contratação do atacante Vitinho, anunciada justamente antes da confirmação do transfer ban, garantindo que o registro fosse realizado a tempo. Vitinho se tornou o segundo reforço de 2025, após o lateral-esquerdo Fabrizio Angileri.

Corinthians pode receber novas punições em breve

Além desse processo, o clube também tem outras duas demandas no CAS que podem resultar em novas penalizações relacionadas às contratações de Rodrigo Garro e à rescisão de Matías Rojas, ambas em 2024, o que pode agravar ainda mais a situação do departamento de futebol do Corinthians.

Félix Torres, adquirido em janeiro de 2024 por US$ 6,5 milhões, teve sua compra parcelada e o Corinthians pagou apenas a entrada de US$ 2 milhões. As parcelas subsequentes, com vencimento iniciado em maio daquele ano, não foram pagas, levando o Santos Laguna a recorrer à Fifa. Com a punição vigente, o clube fica em posição delicada para reforçar o elenco nas competições que disputa, como o Brasileirão e a Copa do Brasil, até que a situação financeira seja regularizada.

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