Tentando sair do sufoco, Corinthians recebe mais uma péssima notícia da Fifa
O Corinthians enfrenta mais uma grande preocupação financeira internacional. Além das dívidas relacionadas a Félix Torres, Rodrigo Garro, Maycon e Matías Rojas, o clube paulista deve cerca de 1,5 milhão de dólares, aproximadamente R$ 8 milhões, ao Philadelphia Union, dos Estados Unidos, pela contratação do meia venezuelano José Martínez, realizada em agosto de 2024 durante a gestão do ex-presidente Augusto Melo.
Na negociação, o Corinthians efetuou um pagamento inicial de US$ 200 mil e ficou de quitar o restante em três parcelas. No entanto, a primeira dessas parcelas, que venceu em dezembro de 2024, não foi paga, o que, conforme o contrato, fez com que todas as parcelas passassem a vencer simultaneamente. Diante disso, o Philadelphia Union acionou a Fifa, que condenou o clube alvinegro; o Corinthians recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS), onde o caso ainda está em análise.
Corinthians busca negociar dívidas
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, confirmou que a diretoria está buscando negociar todas as pendências financeiras internacionais do clube. Ele acrescentou que, enquanto o Talleres, clube vendedor do Rodrigo Garro, ainda não aceitou negociar, no caso de Matías Rojas já houve início de conversas, e também há esforços para negociar com o Philadelphia Union.
Esta é a quinta dívida internacional que o Corinthians acumula com condenação da Fifa, uma delas já gerou um transfer ban que impede o registro de novos jogadores desde agosto deste ano. Caso o clube não regularize as dívidas, poderá sofrer novas sanções severas, como novo bloqueio de transferências, perda de pontos ou até rebaixamento em casos extremos.
A crise financeira do Corinthians no cenário internacional é agravada por essas pendências, e a diretoria tem um prazo até o segundo semestre de 2026 para normalizar a situação, evitando punições que prejudiquem o desempenho esportivo do clube. A cautela e o compromisso na negociação dessas dívidas são prioridades para garantir a estabilização financeira e a competitividade nas próximas temporadas.
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