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Proposta na mesa? Marcelo Paz fala sobre assédio por Bidon

O nome de Breno Bidon voltou a ferver nos bastidores do mercado. Depois de brilhar na Supercopa Rei, o meia do Corinthians virou alvo de sondagens europeias, mas a diretoria garante: não sai agora.

Assédio europeu, mas porta fechada

O bom momento de Breno Bidon não passou despercebido fora do Brasil. Clubes do futebol europeu fizeram contatos recentes, algo tratado internamente como natural para um jogador jovem, decisivo e com margem enorme de evolução.

Mesmo assim, o recado do Corinthians é claro. A diretoria, comandada pelo executivo de futebol Marcelo Paz, reforça que não existe negociação em andamento nesta janela. A ideia é segurar o meia ao menos até o meio do ano.

Foto: Alexandre Oliveira

Bidon tem super contrato no Corinthians

Um dos trunfos do Timão é o vínculo do atleta. Bidon tem contrato até 2029, o que dá ao clube tranquilidade para resistir à pressão externa. Além disso, a cláusula de rescisão para clubes do exterior é de 100 milhões de euros, valor considerado fora da realidade para a maioria dos interessados neste momento.

Dívida bilionária pressiona decisões

Nos bastidores, o cenário financeiro pesa e muito. O Corinthians convive com uma dívida estimada em R$ 2,8 bilhões, o que obriga o clube a olhar com atenção para o mercado de transferências.

A meta estipulada pela diretoria é arrecadar R$ 151 milhões em vendas até 2026. Em 2025, porém, o clube somou apenas R$ 90 milhões, bem abaixo do esperado. Nesse contexto, Breno Bidon surge como um dos principais ativos do elenco.

Sonho europeu existe, mas com calma

O desejo de atuar na Europa não é segredo. Desde dezembro, o estafe do jogador admite que o sonho existe. Ainda assim, Bidon demonstra maturidade e prioriza o presente. “A ideia é crescer no Corinthians, ganhar títulos e evoluir antes de dar o próximo passo”, indicam pessoas próximas ao atleta.

Análise: segurar agora pode valorizar ainda mais

Aqui entra o ponto-chave. Para o Corinthians, manter Breno Bidon neste momento pode ser estratégico. O meia é jovem, decisivo e protagonista em jogos grandes, tudo o que o mercado europeu valoriza. Se continuar evoluindo e sendo peça central do time, o clube pode maximizar o valor do jogador no segundo semestre, quando a janela europeia costuma ser mais agressiva. Vender agora, sem leilão e sem urgência do comprador, pode significar perder dinheiro.

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