Problemas são divulgados e Arena do Corinthians está irreconhecível
A Neo Química Arena virou pauta urgente mais uma vez. O que era para ser apenas mais um grande evento acabou revelando um cenário preocupante: falhas estruturais, manutenção insuficiente e um estádio que já não lembra nem de longe o que foi entregue para a Copa do Mundo de 2014.
O evento musical marcado para ontem foi cancelado minutos antes da abertura dos portões, deixando público, produção e até autoridades frustrados. De acordo com a Polícia Militar, o motivo foi claro: “falhas nos serviços essenciais de atendimento ao público”, problema grave, especialmente em uma arena que já recebeu jogos de nível mundial.
O episódio expôs a situação atual da casa do Corinthians, que há anos não recebe a manutenção adequada. O que deveria ser cuidado básico virou, segundo fontes internas, uma sequência de gambiarras que já não seguram mais o peso do tempo.
Estrutura comprometida
Desde a inauguração em 2014, já se passaram 11 anos de uso intenso. O problema? A falta de manutenção fez com que materiais de altíssimo padrão, instalados na época da Copa, se deteriorassem rapidamente.
- Cadeiras inutilizáveis.
- Estruturas metálicas e elétricas desgastadas.
- Problemas recorrentes em setores de circulação.
- Risco de custos muito maiores devido ao atraso nos reparos.
Corinthians terá de se explicar
Após o cancelamento do festival, a previsão é de que os organizadores processem o clube. A diretoria, por sua vez, ainda não apresentou uma justificativa oficial clara para o público.
“Falhou tudo o que não podia falhar.”, é o que se comenta nos bastidores sobre o diagnóstico preliminar das autoridades envolvidas no cancelamento.
Análise: O impacto vai além do gramado
A crise da Neo Química Arena (popularmente conhecida apenas como Arena Corinthians) não é só estética ou operacional: ela atinge a marca do clube, a confiança dos parceiros comerciais e, principalmente, a segurança do torcedor.
A deterioração da arena vira munição para rivais, desgasta a relação com patrocinadores e ainda coloca o Corinthians em risco jurídico, como no caso do festival cancelado. O clube precisa agir rápido. Uma reforma completa, embora cara, pode ser a única alternativa para evitar que episódios como esse voltem a ocorrer.
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