O grande empecilho do Corinthians para liberar Félix Torres
O Corinthians até avançou, mas ainda não conseguiu bater o martelo: detalhes burocráticos seguem sendo o principal obstáculo para a liberação de Félix Torres rumo ao Internacional, travando um negócio que parecia encaminhado nos bastidores.
Nas últimas horas, Corinthians e Internacional deram passos importantes para viabilizar a transferência do zagueiro equatoriano. O acordo prevê o empréstimo de Félix Torres até o fim de 2026, com opção de compra já fixada em contrato, um ponto considerado fundamental pelos colorados.
Outro detalhe relevante é a divisão dos salários entre os dois clubes, o que facilitou o avanço das conversas. Apesar disso, a negociação ainda não foi oficialmente concluída por conta de questões burocráticas, que seguem sendo ajustadas entre as diretorias.
Félix Torres perdeu espaço no Timão
Contratado no início da temporada 2024, Félix Torres nunca conseguiu se firmar de vez no elenco do Timão. Com o passar dos meses, o defensor foi perdendo espaço e terminou a temporada como última opção no sistema defensivo.
Ao todo, o zagueiro soma 80 partidas disputadas com a camisa alvinegra e apenas um gol marcado, números que não empolgaram a torcida nem a comissão técnica.
O episódio que mudou tudo
Um dos pontos de virada na trajetória de Félix Torres no Corinthians aconteceu na final do Campeonato Paulista, contra o Palmeiras. Naquela decisão, o equatoriano cometeu um pênalti e, minutos depois, acabou expulso, em um lance que marcou negativamente sua passagem pelo clube.
Desde então, o defensor passou a ser preterido, perdendo confiança e espaço no elenco principal.
Análise: bom negócio para todos?
Do ponto de vista do Corinthians, a saída de Félix Torres representa alívio na folha salarial e a chance de recuperar parte do investimento no futuro. Já para o Internacional, trata-se de uma aposta de mercado: um zagueiro experiente, com rodagem internacional, mas que precisa recuperar confiança.
Para o jogador, a transferência surge como uma oportunidade de recomeço, longe da pressão do Parque São Jorge e com a chance de se reencontrar dentro de campo.
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