Garro abriu o jogo sobre ficar de fora em confronto contra o Palmeiras no Allianz Parque: “Sintético atrapalha”
Rodrigo Garro, meia do Corinthians, manifestou sua insatisfação com o gramado sintético do Allianz Parque, estádio do Palmeiras, onde acontecerá o jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil na próxima quarta-feira (6 de agosto). O argentino afirmou que o gramado sintético não é ideal para sua recuperação após lesão, mas garantiu que a importância do clássico e da decisão o motivam a estar em campo, independentemente das condições do gramado.
“O sintético atrapalha. Na minha situação da lesão, não é bom jogar no sintético. Mas é um clássico, jogo decisivo, não passa na minha cabeça ficar fora”, declarou o camisa 8 do Corinthians. Ele já havia atuado no Allianz Parque pelo Brasileirão de 2024, quando jogou os 90 minutos na derrota por 2 a 0 do Timão para o Palmeiras.
No jogo de ida desta Copa do Brasil, realizado na Neo Química Arena, Garro também foi titular e teve boa atuação na vitória do Corinthians por 1 a 0. Mais recentemente contra o Fortaleza, o meia foi poupado e disputou apenas parte do jogo.
Empate classifica o Corinthians para a próxima fase da Copa do Brasil
A partida de volta contra o Palmeiras determinará quem avançará às quartas de final da Copa do Brasil. Para o Corinthians, um empate é suficiente para a classificação; caso o Palmeiras vença por diferença mínima, a vaga será decidida nas cobranças de pênaltis.
Além do clássico decisivo, o Corinthians tem pela frente o duelo contra o Juventude, no dia 11 de agosto, e a partida contra o Bahia, no dia 16, ambos válidos pelo Brasileirão Série A.
O gramado sintético do Allianz Parque tem sido alvo de polêmicas há tempos, com diversos jogadores reclamando das condições e do maior risco de lesões. Alguns relatos apontam que o piso cozido com compostos termoplásticos superaquecidos causa desconforto, especialmente para atletas em processo de recuperação, como Garro. Entretanto, o Palmeiras defende o gramado, citando certificações da Fifa e estudos que indicam que o risco de lesões não é maior do que em gramados naturais.
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