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Dirigente entrega quem estava roubando dentro do Corinthians

Uma frase jogada nas redes sociais foi o suficiente para incendiar os bastidores do Corinthians e acionar a Comissão de Ética do clube. O vice-presidente Armando Mendonça insinuou que havia um dirigente que “roubava” no Timão e agora precisa explicar exatamente o que quis dizer.

A frase que explodiu nas redes

Tudo começou após a conquista da Copa do Brasil, quando Armando Mendonça comemorava o título em suas redes sociais. Em meio a críticas de torcedores, o dirigente respondeu de forma direta — e explosiva: “Por quê? Tirei o presidente que roubava, dei uma Copa do Brasil, e ainda reclama?”

A declaração caiu como uma bomba. Sem citar nomes ou apresentar provas, a fala foi interpretada como uma acusação grave dentro do próprio Corinthians. Diante da repercussão negativa, a Comissão de Ética do Corinthians instaurou um procedimento preliminar para apurar o caso. O entendimento interno é que a declaração pode:

  • Comprometer a imagem do clube
  • Afetar relações com patrocinadores e parceiros
  • Expor o Corinthians de forma negativa no cenário nacional

A comissão é presidida por Leonardo Pantaleão, que solicitou esclarecimentos imediatos de Armando Mendonça para entender o contexto e o real alvo da acusação.

Mendonça se defende e fala em “massacre”

Após a polêmica ganhar força, o vice-presidente voltou às redes para se defender. Segundo ele, suas palavras foram retiradas de contexto e geraram um julgamento injusto. “Sou alvo de um massacre que se formou nas redes sociais a partir de uma suposição frágil, injusta e conveniente.”

Mendonça ainda fez referência indireta ao discurso de Memphis Depay, no vestiário do Maracanã, após a final contra o Vasco, quando o jogador criticou o vazamento de informações do seu contrato.

Análise: crise desnecessária em momento de festa

O Corinthians vivia um raro momento de união após o título da Copa do Brasil, mas a declaração de Armando Mendonça reacende fantasmas antigos: denúncias, disputas políticas internas e desconfiança da torcida.

Mesmo que a intenção fosse rebater críticas, o uso da palavra “roubava” é pesado demais para um dirigente de alto escalão. Sem provas ou nomes, a fala abre espaço para:

  • Instabilidade política
  • Ruído com patrocinadores
  • Mais pressão sobre a diretoria

Em vez de celebrar a taça, o Timão agora precisa apagar um incêndio interno, algo que a Fiel já cansou de ver nos últimos anos.

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