Corinthians tem Breno Bidon na mira da Europa: vender pode ser grande erro
O Corinthians vive um dilema que mexe com o coração do torcedor: Breno Bidon, um dos nomes mais quentes do elenco em 2026, entrou de vez no radar europeu e uma venda agora pode custar caro dentro de campo.
Europa de olho: sondagens aumentam
O alerta soou no Parque São Jorge após a revelação do jornalista Bruno Andrade (ESPN), confirmada por André Hernan: o Timão pode receber proposta oficial por Breno Bidon ainda nesta janela de transferências.
Embora nenhuma oferta formal tenha chegado à mesa, o movimento de bastidores é intenso. Clubes europeus monitoram o volante de perto, buscando jovens com potencial de revenda.

De promessa a protagonista
A temporada marcou a virada de chave de Bidon. O volante deixou o rótulo de promessa e virou peça-chave do time em 2026.
O ponto alto veio no Majestoso, quando marcou o gol de empate contra o São Paulo, na Neo Química Arena, atuação que inflou seu valor de mercado e acelerou o interesse internacional.
Postura cautelosa da diretoria
Internamente, a diretoria do Corinthians prega equilíbrio. A leitura é clara: só negociar se os valores forem realmente vantajosos, tanto no financeiro quanto no esportivo.
Do lado do jogador, o foco é total no clube. Bidon evita falar sobre o futuro e deixa tudo nas mãos do estafe e da diretoria alvinegra.
Encruzilhada estratégica
A possível venda divide opiniões.
- Pró: o mercado europeu costuma agir rápido e pode colocar dinheiro imediato no caixa.
- Contra: o volante tem margem clara de valorização ao longo da temporada e sua saída agora exigiria reposição imediata, algo difícil e caro.
Com o elenco ainda em construção, perder um dos pilares pode comprometer o rendimento no momento mais sensível do ano.
Análise: vender agora é arriscado
Aqui está o ponto central: Breno Bidon não é apenas ativo financeiro é o motor do meio-campo. Em alta, decisivo e em crescimento, ele entrega rendimento hoje e promete valer mais amanhã.
Negociá-lo agora pode significar abrir mão de desempenho por um retorno que talvez não reflita seu real potencial.
Para o torcedor, a mensagem é clara: segurar Bidon pode ser tão importante quanto contratar. Às vezes, o melhor reforço é não vender.
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