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Corinthians reage após Flamengo fechar contrato gigante; R$ 895 milhões

Uma discussão interna que começou silenciosa ganhou força nos bastidores do Corinthians: depois de ver o Flamengo fechar um acordo gigantesco de R$ 895 milhões com a Betano, o Timão decidiu acelerar sua própria movimentação no mercado de patrocínios para 2026.

O clube entende que o patrocínio máster será peça-chave para inflar as receitas na próxima temporada. E, apesar de sondagens de outras empresas, o Corinthians caminha para ampliar o contrato com a Esportes da Sorte, válido hoje até meados de 2027.

As conversas nas últimas semanas avançaram bem, com expectativa de aumento de valores, extensão do acordo e entrega de novas ativações comerciais.

O contrato atual “ficou pequeno”

O vínculo assinado em 2024 com a Esportes da Sorte gira em torno de R$ 309 milhões por três anos, mais bônus por metas. Segundo dirigentes, o acordo foi engolido pela inflação do mercado de patrocínios, impulsionado justamente por negócios gigantes como o fechado pelo Flamengo.

“O mercado mudou rápido e precisamos nos reposicionar”, teria sido a avaliação interna que circulou entre setores de marketing e dirigentes alvinegros.

A Rádio Bandeirantes havia antecipado o avanço nas tratativas, e o clima atual é de otimismo dos dois lados.

Outras propriedades da camisa também em jogo

Além do máster, o Corinthians discute o futuro de quatro patrocínios que acabam no fim de 2025:

  1. Elétrica AREA – barra traseira
  2. Frimesa – ombro
  3. EZZE Seguros – costas
  4. UniCesumar – calção

O Timão busca renovar com aumento, mas já sabe que pelo menos uma das marcas não permanecerá em 2026. E mais: a barra frontal da camisa segue vaga e está no radar comercial.

Para 2025, o clube trabalha com uma previsão de R$ 174 milhões em receitas de patrocínio, bem abaixo do objetivo original de R$ 211 milhões. Esses números reforçam a urgência por um novo grande acordo, especialmente após o rubro-negro empurrar a régua do mercado para cima com seu contrato histórico.

Análise: corrida necessária após o “gol de placa” do Flamengo

O Flamengo mudou o jogo. Com R$ 895 milhões em 40 meses, o clube carioca praticamente redefiniu o teto do mercado nacional. O Corinthians, que busca se reconstruir financeiramente, não pode ficar para trás e sabe disso.

A renovação com a Esportes da Sorte parece ser o caminho mais rápido para estabilizar receitas, mas o desafio é não aceitar menos do que o mercado agora exige. O Timão precisa inflar seus acordos para continuar competitivo dentro e fora de campo.

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