Corinthians foi proibido de mandar jogos em estádio e solução deve vir apenas em 2026
O Corinthians enfrenta atrasos na reforma da iluminação da Fazendinha, estádio utilizado pela equipe feminina e pelas categorias de base do clube. Devido a problemas com os refletores, que o clube atribui à deterioração gradual dos equipamentos, a Federação Paulista de Futebol (FPF) notificou o Corinthians ainda em maio deste ano e proibiu o clube de mandar jogos noturnos na Fazendinha. Na estreia do Paulistão Feminino, contra o Red Bull Bragantino, as Brabas atuaram com 32 refletores apagados.
O Corinthians apresentou à FPF um plano técnico detalhado para adequar a iluminação, que previa visitas técnicas em maio, elaboração do projeto e definição orçamentária entre maio e julho de 2025, início das obras de modernização em agosto e execução escalonada com previsão de conclusão no segundo semestre.
Corinthians deve solucionar problema apenas em 2026
Contudo, a diretora de futebol feminino, Iris Sesso, afirmou em entrevista que o processo é mais complexo do que simples troca de lâmpadas ou fiação, envolvendo estudos técnicos, elaboração de projetos específicos e trâmites de licitação, o que levou ao atraso, e por isso o clube não deve conseguir resolver o problema dentro de 2025.
Sem poder usar a Fazendinha para jogos noturnos, o Corinthians precisou alugar outras praças esportivas para seus jogos à noite, como o José Liberatti, que foi usado em três partidas (incluindo um jogo recente contra o Realidade Jovem), o Canindé e o Pacaembu, estádio que gerou prejuízo financeiro para o clube. Apenas no Pacaembu, o prejuízo nas duas partidas já ultrapassou R$ 118 mil.
Esse atraso impacta não só o futebol feminino, mas também as categorias de base masculinas e outros eventos realizados no estádio. A expectativa da diretoria é destravar o processo e iniciar as obras no início de 2026 para, enfim, resolver o problema que vem afetando o clube e sua estrutura esportiva.
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