Timão Fanáticos

Carrillo atinge marca histórica com a camisa do Corinthians

Aos 34 anos, André Carrillo vive um dos momentos mais intensos e regulares da carreira e entra para a história recente do Corinthians com números que impressionam até os torcedores mais exigentes.

Vestindo a camisa do Corinthians, André Carrillo alcançou em 2025 a maior sequência de jogos de toda a sua carreira profissional. O meia peruano já soma 51 partidas na temporada, superando o recorde anterior, de 47 jogos em 2024.

Nem mesmo em suas passagens por clubes tradicionais do futebol europeu e sul-americano, como Sporting, Benfica ou Al-Hilal, Carrillo havia atingido uma marca tão alta em um único ano.

Desde que chegou ao Timão, Carrillo rapidamente se tornou peça frequente no elenco. Em apenas uma temporada e meia, o peruano já acumula 70 jogos oficiais, um reflexo claro do calendário pesado do futebol brasileiro e da confiança da comissão técnica.

Em 2025, os números chamam atenção:

  • 12 jogos no Campeonato Paulista
  • 7 partidas na Copa Betano do Brasil
  • 6 jogos na Copa Sul-Americana
  • 4 partidas na Libertadores
  • 22 jogos no Campeonato Brasileiro

Tudo isso mesmo após uma lesão no tornozelo em agosto, que o afastou de aproximadamente 13 partidas.

Polivalência que agrada Dorival Júnior

No esquema de Dorival Júnior, Carrillo virou sinônimo de versatilidade. O meia atua tanto centralizado quanto mais recuado como volante, além de poder jogar mais avançado quando o time precisa de criatividade. Qualidade no passe, controle de bola refinado e intensidade na marcação fazem do peruano uma opção confiável em diferentes cenários de jogo, algo que pesa muito em decisões.

Análise: Carrillo virou peça-chave do Timão

A sequência histórica de jogos não é apenas estatística fria. Ela revela que Carrillo entendeu o futebol brasileiro, se adaptou ao ritmo intenso e hoje entrega regularidade, algo raro em um calendário tão desgastante.

Para um elenco que sofre com oscilações e lesões, ter um jogador experiente, disponível e multifuncional é ouro. Não à toa, mesmo voltando de lesão, o peruano segue sendo utilizado em momentos decisivos.

Comentários estão fechados.