Hugo Souza se valoriza ainda mais e aparece 3º em ranking
O paredão está cada vez mais gigante. Hugo Souza brilhou mais uma vez com a camisa do Corinthians, pegou pênalti, garantiu vitória e agora já é o terceiro maior defensor de penalidades da história do clube. E detalhe: em tempo recorde.
Lugar no pódio histórico
Na vitória por 2 a 0 sobre o Red Bull Bragantino, pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro, o goleiro voltou a ser decisivo. Ao defender mais uma cobrança, chegou a 11 pênaltis defendidos com a camisa alvinegra.
Com isso, Hugo igualou Gylmar dos Santos Neves e assumiu a 3ª posição no ranking histórico do Corinthians, ficando atrás apenas de dois gigantes:
- Cássio – 32 defesas
- Ronaldo Giovanelli – 27 defesas
- Hugo Souza – 11 defesas
- Gylmar – 11 defesas
Números que impressionam
Hugo alcançou a marca em apenas 99 jogos pelo Corinthians.
Compare com os outros nomes da lista:
- Cássio: 712 partidas
- Ronaldo Giovanelli: 602 jogos
- Gylmar: 397 jogos
Na média de pênaltis defendidos por partida, Hugo é o líder absoluto:
- Hugo Souza – 0,11 por jogo
- Dida – 0,06
- Cássio – 0,04
- Ronaldo Giovanelli – 0,04
- Gylmar – 0,02
A palavra do herói
Após a partida, o camisa 1 falou sobre o momento especial: “Fico muito feliz de poder ajudar. Sabíamos que era muito importante vencer, fizemos de tudo para vencer. Estamos em uma crescente, temos jogado bem, colocando nossas ideias em campo. Fico muito feliz pelo pênalti defendido.”
Dos 11 pênaltis defendidos, seis foram em disputas decisivas e quatro no tempo normal, incluindo cobranças de nomes como:
- Estêvão e Raphael Veiga (Palmeiras)
- Pablo Dyego (Novorizontino)
- Benavídez (Athletico-PR)
Análise: Hugo Souza se valoriza no mercado?
Não é exagero dizer: Hugo Souza está se valorizando rodada após rodada. Em um futebol onde goleiros decisivos fazem a diferença em títulos, ter um especialista em pênaltis é um diferencial enorme. Basta lembrar o peso que decisões por penalidades têm em Copa do Brasil, Sul-Americana e até na reta final do Brasileirão.
Com apenas 99 jogos e números superiores na média histórica, o goleiro já começa a construir uma trajetória que pode colocá-lo, no futuro, no mesmo patamar dos grandes ídolos da posição. Para o torcedor corintiano, fica a sensação clara: quando tem pênalti contra… tem esperança.
E se continuar nesse ritmo, o terceiro lugar pode virar segundo mais cedo do que muita gente imagina.
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