Corinthians: Arsenal avança por Breno Bidon e Timão define preço para vender
O mercado da bola esquentou no Parque São Jorge. O Arsenal já se movimenta nos bastidores por Breno Bidon, e o Corinthians deixou claro quanto quer para liberar uma de suas maiores joias.
Breno Bidon no radar da Europa
Com apenas 20 anos, Breno Bidon deixou de ser promessa e virou realidade no Corinthians. Dono de atuações maduras, o volante foi peça-chave na temporada 2025, especialmente na campanha do tetracampeonato da Copa do Brasil, onde mostrou personalidade, intensidade e qualidade na saída de bola.
Esse desempenho não passou despercebido. Clubes importantes do cenário internacional passaram a monitorar o jogador de perto, e um deles já deu o primeiro passo.

Arsenal puxa a fila por negociação
Segundo informações do portal TeamTalk, o Arsenal é, neste momento, o clube mais avançado na corrida pela contratação de Bidon. A diretoria inglesa já iniciou conversas com o Corinthians, buscando entender as condições de um possível negócio.
As tratativas ainda estão em estágio inicial, mas a expectativa é de avanço nas próximas semanas, principalmente pelo perfil do atleta, que se encaixa no modelo de jogo da Premier League.
Corinthians bate o martelo: preço definido
O Timão não pretende facilitar. Para sequer sentar à mesa, o clube estipulou um valor alto pela sua joia: “Para iniciar qualquer conversa, o Corinthians fixou o patamar de 30 milhões de euros (cerca de R$ 197 milhões) pela joia formada no clube”, informou a página Time do Povo.
A diretoria entende que Bidon é um ativo estratégico, tanto esportivamente quanto financeiramente.
O Arsenal não está sozinho. No Brasil, o Flamengo avalia uma possível investida, enquanto na Europa o Sporting, de Portugal, acompanha de perto a situação. A disputa promete esquentar, e o Corinthians observa tudo com atenção.
Análise: vender ou segurar?
Do ponto de vista esportivo, perder Breno Bidon seria um baque. O volante virou pilar do meio-campo, com regularidade, leitura de jogo e intensidade que todo torcedor valoriza. Por outro lado, 30 milhões de euros representam uma venda histórica, capaz de aliviar o caixa e permitir novos investimentos.
A grande questão é o timing. Vender agora, no auge da valorização, ou segurar mais um pouco e correr o risco de desvalorização ou lesão? O mercado europeu costuma agir rápido e quando gigante inglês entra na jogada, a pressão aumenta.
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