Corinthians desfalca defesa do Flamengo e acerta acordo para 2026
O Corinthians mexe forte no mercado, tira uma peça-chave do Flamengo e encaminha um acordo estratégico pensando em 2026, de olho no Mundial de Clubes Feminino. O recado está dado: o Timão quer seguir no topo.
Com a saída da zagueira Mariza, que acertou com o Tigres, do México, para 2026, a diretoria corintiana acelerou a busca por uma nova titular para o setor defensivo. A prioridade é clara: chegar forte já para o Mundial de Clubes Feminino, que acontece no fim de janeiro.
A estreia das Brabas será nada menos que contra o Gotham FC, nas semifinais, marcadas para o dia 25 de janeiro, jogo grande, pressão máxima e necessidade de uma defesa sólida.
Atleta perto do acerto com o Timão
Segundo informações do portal Fut das Minas, o Corinthians tem acerto encaminhado com a zagueira Agustina, de 32 anos, que defendeu o Flamengo na temporada 2025.
O nome não é novidade no Parque São Jorge. Agustina já vestiu a camisa do Corinthians em 2017, conhece o clube, a pressão e o tamanho da torcida. Além disso, soma passagens pelo Palmeiras e pela Seleção Argentina, bagagem que pesa em decisões grandes.
No Flamengo, a defensora foi um dos destaques do ano, o que torna o movimento ainda mais simbólico: o Timão enfraquece uma rival direta e se fortalece ao mesmo tempo.
A possível chegada de Agustina representa mais do que uma simples contratação. É um recado direto no tabuleiro do futebol feminino brasileiro. Tirar uma titular do Flamengo mostra força política, poder de convencimento e planejamento a longo prazo.
Para o torcedor corintiano, é aquele tipo de notícia que anima: experiência, identificação com o clube e resposta rápida no mercado.
Análise: movimento cirúrgico do Corinthians
A escolha por Agustina faz todo sentido. Aos 32 anos, ela chega pronta, sem período longo de adaptação, algo crucial com o Mundial batendo à porta. A saída de Mariza, que foi titular por anos e empilhou títulos, deixava um vazio perigoso.
Do ponto de vista tático, o Corinthians ganha liderança defensiva e leitura de jogo — exatamente o que se exige em confrontos internacionais. Fora de campo, o impacto é ainda maior: enfraquece o Flamengo, fortalece o Timão e mantém as Brabas como referência no continente.
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