Casagrande faz alerta sobre Yuri Alberto no Corinthians; virou problema
O Corinthians garantiu vaga na final da Copa do Brasil, mas a classificação nos pênaltis diante do Cruzeiro gerou debate intenso entre torcedores e comentaristas. O foco das críticas foi Yuri Alberto, que abriu a série de cobranças e desperdiçou o pênalti, situação que levou Walter Casagrande a fazer um alerta público sobre o atacante.
Críticas diretas à escolha de Yuri Alberto
Durante o programa Fim de Papo, da TV UOL, Casagrande foi direto ao comentar a decisão de colocar Yuri Alberto como o primeiro cobrador, ainda mais com Cássio defendendo o gol adversário: “O Yuri Alberto não pode começar batendo pênalti, principalmente em uma disputa que tem o Cássio no gol. Ele não é um jogador técnico, não é um jogador de personalidade.”
O ex-jogador destacou que o momento exigia alguém mais frio e técnico para abrir a série. “Tinha que alguém bater antes, para abrir a disputa fazendo o gol, para ele ter menos responsabilidade. Ele poderia ter batido o segundo ou o terceiro.”
Yuri Alberto virou problema?
A crítica de Casagrande ecoa o sentimento de parte da torcida. Yuri Alberto, principal atacante do elenco, vive fase de oscilação e, em momentos decisivos, acaba acumulando pressão. Abrir a disputa de pênaltis, segundo o comentarista, foi um erro estratégico que quase custou caro.
Apesar da crítica pontual, Casagrande fez questão de exaltar a trajetória do Timão na competição. Para ele, o desempenho geral foi acima das expectativas. “A realidade é que o Corinthians fez uma Copa do Brasil espetacular.”
O comentarista lembrou que o clube chegou à semifinal sem sofrer gols e passou por adversários pesados. “Ganhou as duas do Palmeiras, as duas do Athletico Paranaense, e ganhou o primeiro jogo contra o Cruzeiro.”
Análise: dicas de quem respirou o futebol (Casagrande)
A fala de Casagrande vai além do pênalti perdido. Ela toca em um ponto sensível: gestão emocional em jogos decisivos. Colocar um jogador pressionado para abrir uma disputa pode afetar não só o atleta, mas todo o time. Para a final, o Corinthians precisará equilibrar coração, estratégia e escolhas frias.
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