Gui Negão precisa escolher entre 5 clubes para assinar após deixar o Corinthians
O Corinthians vive dias de tensão e expectativa. Isso porque Gui Negão, joia de 18 anos, já tem cinco clubes prontos para enviar propostas e forçar uma decisão imediata do jovem atacante, e tudo indica que ele deixará o Timão já na próxima janela.
Vai ser dificil segurar Gui Negão para 2026
A novela é simples e direta: Corinthians pede 30 milhões de euros (R$ 186 milhões), mas já admite bastidores de que as propostas devem chegar abaixo da pedida, entre dezembro e janeiro. Mesmo assim, a briga está quente.
Os interessados incluem:
- Dois clubes da Arábia Saudita
- Clube do Catar
- Um grande da Inglaterra
- E o já conhecido Zenit, que teria avisado que cobrirá qualquer oferta recebida pelo Corinthians.
A situação coloca Gui Negão diante de um dilema: qual projeto escolher?
Dinheiro? Mercado europeu? Visibilidade? Evolução técnica?
Segundo o Café da Fiel, a disputa seguirá intensa, e o Corinthians espera transformar essa venda em uma das maiores transações de sua história recente.
Planejamento do Corinthians para 2026
Enquanto lida com negociações e possíveis baixas, o Timão já trabalha no planejamento para 2026.
A diretoria busca equilíbrio financeiro, estuda saídas, avalia oportunidades de mercado e prepara reformulação pontual no elenco.
O foco é evitar desequilíbrios após possíveis vendas, especialmente uma tão impactante quanto a de Gui Negão.
Impacto da saída: perda técnica x ganho financeiro
A venda do garoto envolve um dilema clássico para o torcedor:
- Alívio financeiro, já que 30 milhões de euros (cerca de R$ 186 milhões) mudariam o caixa.
- Perda técnica, pois Gui Negão é considerado uma das principais joias recentes do clube.
A eventual saída força o Corinthians a escolher entre o presente e o futuro e, neste caso, o mercado pressiona forte demais para ser ignorado.
Análise: qual movimento faz mais sentido para Gui Negão?
Do ponto de vista esportivo, a ida para a Premier League colocaria o garoto no palco mais competitivo do mundo.
No aspecto financeiro, as propostas do Oriente Médio podem dobrar ou triplicar tudo que o Corinthians e o próprio atleta ganhariam na Europa.
Já o Zenit, com histórico de investimentos pesados e elenco competitivo, oferece equilíbrio entre visibilidade e dinheiro.
Para o jogador, trata-se de um momento-chave: a primeira transferência internacional define ritmos, expectativas e até a evolução técnica a longo prazo. Para o Corinthians, é a chance de lucrar alto, mas também de perder um talento que poderia render ainda mais esportivamente e financeiramente no futuro.
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