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Corinthians decide vender Gui Negão e pede R$ 186 milhões; análise do negócio

O Corinthians bateu o martelo: para liberar Gui Negão, a pedida é de 30 milhões de euros, algo próximo de R$ 186 milhões. A decisão reacende o interesse de clubes do exterior e coloca o futuro do jovem atacante em clima quente para a próxima janela.

Interesse estrangeiro aumenta

O nome de Gui Negão, de apenas 18 anos, voltou a circular forte nos bastidores do mercado. Além do já conhecido interesse do Zenit, da Rússia, agora surgiram sondagens de clubes do Qatar, Arábia Saudita e até um time da Premier League, que avisaram ao estafe do jogador que pretendem oficializar propostas no fim do ano.

O Zenit, que já tentou o jogador em setembro, segue como principal candidato na disputa. O clube russo teria sinalizado internamente que está disposto até a cobrir outras ofertas pelo centroavante. A questão é que o time trabalha para negociar 2 ou 3 estrangeiros antes, já que está no limite permitido pela liga — e ainda pode haver redução de vagas para não-russos.

A situação do Corinthians

O Timão não pretende facilitar. A diretoria estipulou que não negocia por menos do valor pedido, mas internamente reconhece que dificilmente as ofertas chegarão a esse patamar. Por enquanto, o clube apenas aguarda as propostas oficiais para começar a conversa.

Como Gui Negão perdeu espaço

Com o retorno de Garro, Yuri Alberto e Memphis Depay, Gui Negão acabou voltando ao banco. Foi justamente durante o período de lesões de Memphis e Yuri que o jovem teve sua grande sequência:

  • 5 gols
  • 2 assistências
  • 11 jogos como titular

Números que chamaram atenção lá fora e reforçam o apetite de clubes internacionais.

Próximos jogos do Timão

  • São Paulo (C) – 20/11, 19h30
  • Cruzeiro (F) – 23/11, 20h30
  • Botafogo (C) – 30/11, 16h

Análise: Negócio alto, risco alto

A pedida de R$ 186 milhões é ousada e faz sentido do ponto de vista do Corinthians. Gui Negão tem idade, potencial e números suficientes para ser vendido como joia no mercado europeu e asiático. Porém:

  1. A concorrência internacional é real, mas o valor é considerado acima da média para um atleta com pouca rodagem.
  2. A necessidade do Zenit de liberar estrangeiros pode atrasar qualquer investida.
  3. A oscilação no espaço dentro do elenco pode impactar a avaliação dos interessados.

Do ponto de vista do torcedor, a sensação é dupla: de um lado, orgulho de ver uma cria do clube valorizada; do outro, preocupação com mais uma joia possivelmente saindo cedo demais.

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