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Corinthians descarta Michael e Memphis juntos e promete reforços

O Corinthians encerrou qualquer possibilidade de ver Michael e Memphis Depay atuando lado a lado em 2026. A diretoria alvinegra considera impraticável o custo do atacante do Flamengo e, ao mesmo tempo, admite internamente que o camisa 10 holandês pode deixar o clube ainda este ano. O planejamento, segundo fontes dos bastidores, mira reforços pontuais, mais jovens e financeiramente viáveis.

Negócio inviável: Michael fora dos planos

O nome de Michael chegou a ser debatido no Parque São Jorge, mas rapidamente descartado. O Flamengo pediu algo entre R$ 43 e R$ 56 milhões pela liberação do jogador, um valor fora da realidade atual do Timão.

Além disso, o atacante de 29 anos, que perdeu espaço com Filipe Luís, recebe cerca de R$ 1,5 milhão mensais, número considerado “fora da curva” pela diretoria corintiana.

O clube ainda enfrenta restrições impostas pela FIFA, que bloqueiam registros de novos atletas até a quitação de dívidas superiores a R$ 80 milhões. Assim, qualquer investida mais pesada fica totalmente fora de cogitação.

Memphis Depay pode estar de saída do Corinthians

Enquanto Michael é descartado, o foco agora se volta para Memphis Depay. O atacante holandês, artilheiro e referência técnica do time, avalia positivamente um retorno à Europa.

Segundo o jornalista Fabrizio Romano, “Memphis Depay foi abordado por três clubes europeus nos últimos dias, possivelmente como agente livre do SCCP”. O jogador marcou 33 gols nos últimos 7 meses e voltou aos holofotes após boas atuações pela seleção da Holanda.

Nos bastidores, há a sensação de que o Corinthians não deve dificultar uma eventual saída. O salário do atacante, próximo de R$ 3,5 milhões por mês, pesa na folha e é visto como insustentável em um momento de reformulação do elenco.

Direção promete reforços para 2026

A cúpula corintiana trabalha para um mercado mais estratégico em 2026. A ideia é buscar reforços pontuais, priorizando atletas em fim de contrato ou jovens com potencial de revenda.

O técnico Dorival Júnior apoia o plano e deve participar ativamente das próximas decisões. A meta é enxugar a folha, quitar pendências e retomar o poder de investimento na metade da próxima temporada.

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