Presidente da CBF balança no cargo após investigação vir à tona
O presidente da CBF acabou ‘balançando’ no cargo após uma investigação recente vir à tona nos noticiários esportivos, mas parece que, no final das contas, o caso não tinha relação direta com o mandatário. O dirigente da entidade máxima do futebol esteve entre os alvos de uma apuração que tem como foco a deputada federal Helena da Asatur (MDB-RR), acusada de compra de votos.
Dessa forma, Samir Xaud foi alvo de um mandado de busca e apreensão da Operação Caixa Preta da Polícia Federal, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. Vale ressaltar que a investigação se dá por suspeita de crimes eleitorais em Roraima e não teria ligação com qualquer situação dentro da Confederação, o que acabou aliviando novamente a situação do presidente da entidade.
Presidente da CBF é alvo de operação que investiga crimes eleitorais de Roraima
Durante as diligências da Polícia Federal em relação ao caso, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão no estado e no Rio de Janeiro, além do bloqueio de R$ 10 milhões nas contas dos investigados. A própria entidade divulgou uma nova apontando que os policiais estiveram por cerca de 30 minutos na sede da CBF e não apreenderam nada.
Além de apontar que o presidente não é alvo, a entidade também destacou: “A CBF esclarece que, até o momento, não recebeu nenhuma informação oficial sobre o objeto da investigação. Nenhum equipamento ou material foi levado pelos agentes. O Presidente Samir Xaud permanece tranquilo e à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários”, disse a nota.
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